Abro os olhos preguiçosos,
o Sol invade a janela aberta,
a brisa traz o cheiro da terra
molhada na madrugada.
Levanto e faço meu café amargo
e nele coloco uísque Chivas,
para ver se sacode minha alma
e eu tenha coragem de enfrentar o dia.
Acendo meu charuto cubano,
sento em frente a máquina de escrever,
o aroma do café se mescla com a chuva,
respiro fundo
e vejo carros em marcha lenta
Cada trago que dou escrevo um verso,
inspiro a morte
e expiro a vida.
E na caminhada das incertezas,
as palavras sopram esperanças
retalhadas nas bitucas.
A máquina é minha arma,
e cada sílaba uma bala,
e se eu não a colocasse no papel
daria um tiro em minha cabeça
Então escolho a volúpia,
minha luxúria num pedaço de papel,
gozo letras
e escrevo meu fogaréu.
Murillo Kollek, Brendha Neves e Carlos Araújo
o Sol invade a janela aberta,
a brisa traz o cheiro da terra
molhada na madrugada.
Levanto e faço meu café amargo
e nele coloco uísque Chivas,
para ver se sacode minha alma
e eu tenha coragem de enfrentar o dia.
Acendo meu charuto cubano,
sento em frente a máquina de escrever,
o aroma do café se mescla com a chuva,
respiro fundo
e vejo carros em marcha lenta
Cada trago que dou escrevo um verso,
inspiro a morte
e expiro a vida.
E na caminhada das incertezas,
as palavras sopram esperanças
retalhadas nas bitucas.
A máquina é minha arma,
e cada sílaba uma bala,
e se eu não a colocasse no papel
daria um tiro em minha cabeça
Então escolho a volúpia,
minha luxúria num pedaço de papel,
gozo letras
e escrevo meu fogaréu.
Murillo Kollek, Brendha Neves e Carlos Araújo

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