Comandos parasitas estáticos dos cotidianos

Emprestei meus olhos para veres
O horizonte do alto de uma montanha
Convergência sintonizada
Um aperto inexplicável no peito

Vento gelado no corpo
Sinto um calor externo

Escrevo um poema infartado
Versos desequilibrados no papel
A via expressa está parada
Minha vida por um fio na curva.

João Arruda & Murillo Kollek
07/11/2019

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