Meio do expediente, te vi e meus olhos foram ao chão, sandálias de tiras salto 10 ou 15, cor nude para destacar as unhas dos pés cor de carmim.
Fiquei excitado, o coração palpitava mais rápido, o rosto formigava.
Sentada com as pernas cruzadas, ela balançava o pé lentamente, tentava disfarçar, olhar para o rosto, os seios, mas não conseguia desviar o olhar daqueles delicados pés.
Estávamos a um metro e meio de distância, mas meus pensamentos estavam a milímetros, minhas mãos passeavam e acariciavam cada dobra, cada curva, dedo por dedo daqueles pés, um a um, com tesão, com desejo, com fome e cheio de vontade, não resisti e minha boca já estava chupando, lambendo, se deliciando como se fosse o mais gostoso de todos as gostosuras que pudesse existir.
Em silêncio continuava observando as pernas nuas, descendo pelos tornozelos até chegar aos pés, desejando cobri-los de beijos.
— Seus pés são lindos, Isabel. Falei sem titubear. Ela sem graça deu um sorriso.
E sem pensar me pegou pelo braço e fomos para a sala dos arquivos, um lugar reservado.
Sentamos nas cadeiras, descalcei seus pés e tentando disfarçar meu tesão,
pressionava seu calcanhar, apertava cada dedinho, sentia aquele perfume delicioso.
Ela já relaxada sentia um calor diferente, aquelas mãos macias, aquela língua lambendo o peito dos seus pés, o fogo do tesão estava impregnado na sala.
Em questão de segundos estava eu realizando todos os meus pensamentos, lambia, chupava, deslizava minha língua em seus tornozelos, calcanhar, dedos, pé por pé.
De relance podia ver Isabel revirando os olhos, sua pele já estava ruborizada, pegando fogo, suas mãos passeavam pelo seu pescoço, seios, enquanto continuava com o meu oral entre seus pés.
Curioso, perguntei:
-- Está gostoso Isabel? Me respondeu tirando a camisa de seda perolada, seu sutiã branco de renda meia taça, a cousa mais linda que pude ver, tirou a saia, e, para minha surpresa estava sem calcinha.
Carinhosamente seus dedos massageavam meus testículos aumentando meu tesão, ao vê-la se masturbando e gemendo baixinho, segurei seus pés, aproximei o meu pênis, e como uma concha comecei a friccionar, na medida que a excitação aumentava, o clímax ia esquentando, ela ensandecida de desejos, eu não aguentando me segurar, acabou gozando nos seus pés.
Murillo Kollek & Vivi Sassit

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